Analisar o imenso aprendizado até aqui,nessa caminhada de criação do blog tem sido muito enriquecedor.
É inimaginável o poder que a reflexão possui.Creio que ao longo desse curso esse espaço irá contribuir para o melhor desempenho do ensino aprendizado do meu ambiente de trabalho,frutificando as sementes do ensino germinado na sala de aula.
Aproveite o espaço do final de semana que se aproxima para sugerir uma dica de filme que valoriza o poder do diálogo e o encantamento de se viver!
http://www.filmesonlineflv.com.br/2013/05/assistir-sem-sentido-dublado.html
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Vídeo Sobre o Uso da Tecnologia na Educação
Vídeo com Reflexões Muito Pertinentes do Uso da Tecnologia da Educação.
Conteúdo-Tecnologia-Concentração-Leitor Filtro de Informação-acesso digital-inclusão digital
http://www.youtube.com/watch?v=e_8ip7NMGvE
Conteúdo-Tecnologia-Concentração-Leitor Filtro de Informação-acesso digital-inclusão digital
http://www.youtube.com/watch?v=e_8ip7NMGvE
Ver Vendo- Reflexão Diária
De tanto ver, a gente banaliza o olhar – ver... não vendo.
Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia, sem ver.
Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade.
O campo visual da nossa retina é como o vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe pergunta o que você vê pelo caminho, você não sabe.
De tanto vê, você banaliza o olhar.
Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório.
Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro.
Dava-lhe bom dia, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência.
Um dia o porteiro faleceu.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia.
Em 32 anos nunca consegui vê-lo.
Para ser notado o porteiro teve que morrer.
Se, um dia, em seu lugar tivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser, também, que ninguém desse por sua ausência.
O hábito suja os olhos e baixa a vontade. Mas a sempre o que ver; gente; coisa; bichos.
E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê aquilo que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpo para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez, o que, de tão visto, ninguém vê. O pai que raramente vê o próprio filho. O marido que nunca viu a própria mulher.
Os nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.
...e por ai que se instala no coração o monstro da indiferença.
Primeiro Post Partilhando Experiências
Neste Primeiro Post agradeço a maravilhosa experiência de compartilhar a alma do ensino que é o acompanhamento pedagógico, aguardo ao longo dessa trajetória partilhar experiências e refletir sobre as práticas desenvolvidas na Escola.
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